sábado, 9 de julho de 2011

Atuação dos radicais livres



Então, queridos leitores... Hoje detalharemos um pouco mais o papel desses reativos de oxigênio além do que já foi comentado.


Além de diversas doenças como dermatite, psoríase, vitiligo, frieiras, alergias, diabetes, insuficiência renal, hipertensão, catarata, úlceras, asma, artrite, gota, Parkinson, Alzheimer, arterosclerose (algumas delas melhor aprofundadas na secção de patologias deste blog); os radicais livres também atuam na lipoperoxidação. Esse processo atinge a membrana, apesar dos radicais atacarem todos os componentes celulares, e interfere em propriedades como sua estrutura e permeabilidade influenciando, assim, em diversos processos biológicos (trocas iônicas, liberação de enzimas) além da formação de produtos tóxicos levando a morte da célula.


Todavia, nem sempre este processo é prejudicial. Os produtos advindos da lipoperoxidação têm papel fundamental nas reações, em cascata, a partir do ácido aracdônico associado aos processos inflamatórios.


Essas moléculas reativas também atuam no envelhecimento, completamente detalhado no blog de envelhecimento dos nossos colegas cujo link vocês podem achar neste blog; na alteração as diversas ligações presentes no material genético e na apoptose também especificamente comentada na postagem “Radicais livres e o controle da apoptose”.


Também percebemos importante papel dos radicais livres na coagulação, ação bactericida (macrófagos ativados liberam radicais livres na presença de IL-2), cicatrização e aceleração na liberação do oxigênio ligado à hemoglobina nos glóbulos vermelhos do sangue, para o interior dos tecidos.


Por isso é necessário um equilíbrio no número de radicais e antioxidantes, a fim de não sejam eliminados do nosso corpo e não causem o estresse oxidativo.






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